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FID-BECK - ROLLINGONTHEFLOORLAUGHING

Prá especulação, desinformação e erros ortográficos tó-ká eu!

FID-BECK - ROLLINGONTHEFLOORLAUGHING

Prá especulação, desinformação e erros ortográficos tó-ká eu!

A Mídia Ocidental Aplaude Congratulando-se: "Job Well Done".

 

Tudo indica que quando os imperialistas ocidentais e a sua repugnante mídia propagam notícias infundadas acerca das atividades conduzidas pelas forças aéreas síria e russa, eles estarão de facto enviando mensagens codificadas aos seus carniceiros takfiris, para que cometam atos desumanos contra a população civil da Síria.

 

Ao contrário das especulações de atos de atrocidade normalmente atribuídos ao regime sírio e à Rússia, tem-se vindo a verificar um aumento intensivo nos bombardeamentos indiscriminados contra instituições civis em Aleppo, perpetradas por aqueles considerados como "terroristas moderados" no mundo irracional ocidental.

 

Foram hoje mortos sete crianças e uma mulher na parte ocidental da cidade de Aleppo, quando morteiros lançados por terroristas wahhabis entrincheirados no lado oposto, atingiram precisamente facilidades educacionais e hospitalares na zona libertada pelo Exército Árabe Sírio.

 

Os alunos foram mortos quando um morteiro atingiu uma escola de ensino básico no bairro de Al-Forqan, tendo ainda o ataque também ferido um professor e outros 19 estudantes, encontrando-se todos eles em estado crítico.
Noutros ataques separados, uma mulher foi morta e dezenas de pessoas foram feridas, depois de uma avalanche de morteiros terem atingido a Faculdade de Direito no bairro de al-Shahbaaa , o Hospital da Clínica Cardíaca de al-Basel e a Escola de Fawzi al-Jesri.

 


Os grupos de mercenários terroristas têm bombardeado as áreas residenciais em Aleppo ocidental quase diariamente, depois do cerco militar imposto pelo exército sírio e pelos seus aliados à parte leste da cidade, que se encontra sob ocupação takfiri desde 2014.

 

Apesar das constantes acusações falsas engendradas pelo ocidente contra Moscovo e Damasco, existe um acréscimo
de mal-estar e de sentimentos de revolta nas áreas ocupadas da cidade, já que a população carece de alimentos e está sendo forçada a permanecer para poderem ser usados como escudos humanos. Num ato de desespero, no passado sábado centenas de civis tentaram arrombar um depósito de armazenamento alimentar usado pelos terroristas, tendo sido eventualmente dispersos à rajadas de metralhadoras.


Todas as rotas ligando à saída de Aleppo-Leste tornaram-se extremamente perigosas, porque os terroristas minaram as ruas conduzindo aos corredores humanitários que poderiam permitir a evacuação de civis, enquanto que alguns terroristas desiludidos ou tentando salvar a sua pele, tenham estado a utilizar as mesmas vias para tentarem escapar-se. Aqueles que sejam capturados tentando fugir estão a ser fuzilados  pelos militantes, de acordo com relatórios locais, que também afirmam que as execuções estão sendo efetuadas diariamente naquela área..

 Terroristas apoiados por Barack Obama dispersaram uma enorme manifestação nos bairros orientais de Aleppo, atacando civis indefesos com metralhadoras automáticas e lança-granadas, quando milhares de moradores saíram às ruas exigindo que os terroristas abandonassem a cidade, ou permitissem que os civis tivessem acesso aos corredores seguros instalados pelo governo sírio em coordenação com a Rússia.

 


Segundo notícias provenientes de Aleppo, acredita-se que os terroristas sequestraram um número de civis que lideravam as manifestações para serem torturados, enquanto que vastos números de habitantes que tentem escapar-se através dos corredores humanitários são abatidos pelos assassinos idolatrizados pelo ocidente.

 

 

Os grupos terroristas Takfiri afiliados à Jabhat al-Nusra, ao Movimento Nour al-Din al-Zenki e à Ahrar al-Sham estão usando milhares de civis nos bairros orientais da cidade como escudos humanos, impedindo-os de sairem desses bairros através dos corredores humanitários que foram criados pelo governo sírio em coordenação com o lado russo para evacuarem civis e feridos, perante um silêncio absoluto daqueles que se consideram como sendo os guardiões e defensores dos direitos humanos e guerreiros da paz.


O Pecado Mortal De Nahed Hattar...

por Feedback - ROFL, em 25.09.16

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 ...Ser Cristão Num País Fanaticamente Islâmico.

O regime jordano eliminou Nahed Hattar principalmente porque como cristão, ele apoiava Bashar Al-Assad e a causa palestina. Toda essa  porcaria que se tem vindo a espalhar sobre os insultos causados pelo cartoon que ele tinha compartilhado na sua página no Facebook é apenas uma desculpa, que se assenta melhor para aqueles que são fanáticos islâmicos e apologistas dos crimes que o Daesh tem vindo a  cometer contra as comunidades cristãs em todo o Oriente Médio e no norte de África.

Diz-se que o desenho mostrava um homem barbudo no céu, fumando na cama com duas mulheres e pedindo à Deus para trazer-lhe vinho e castanhas de caju.
No desenho, o homem também pede à Deus para limpar os seus pratos, que colocasse uma porta na sua tenda e que batesse antes de entrar.

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 O Comando Geral do Exército e as Forças Armadas anunciaram hoje (terça-feira), que durante um ataque efetuado pela força aérea israelita sobre uma posição militar síria no campo da província meridional de Quneitra à 1 da manhã de 13 de setembro de 2016, as forças de defesa aérea sírias responderam ao mesmo e abateram um caça de guerra israelita no sudoeste de Quneitra e um drone ao oeste da cidade Sa'sa, na zona rural do sudoeste de Damasco.

É ainda de notar, que o ataque israelita tinha como objetivo apoiar os grupos terroristas armados, numa tentativa desesperada de levantarem a moral deteriorante dos seus membros, devido às grandes perdas que têm sofrido em Quneitra nos últimos tempos.

DaFeed

A guerra que se realiza hoje na Síria é talvez, um novo tipo de guerra em termos dos meios utilizados, a sua dimensão, o tipo e o grande número de facções que participam nela. Cada uma das partes alega de estar defendendo a Síria e os direitos dos sírios, à um tal ponto, que o observador casual pode não ser capaz de distinguir o certo do errado ou o opressor do oprimido. Um tem que examinar os valores e comportamentos de cada uma das partes e reconhecer quem está defendendo a sua terra natal daqueles que vieram do exterior para implementar as suas agendas estrangeiras em solo sírio.

O exército sírio e os seus aliados estão lutando contra terroristas de todo o mundo, que vieram para a Síria com o apoio da aliança americana, que por seu turno, afirma de ser o baluarte na defesa dos direitos humanos, e combate na Síria em "defesa" do povo sírio. Esses terroristas foram trazidos para a Síria de prisões em todo o mundo, para defenderem a "revolução de igualdade e justiça", decapitando e assassinando pessoas inocentes, arrastando a matança e a destruição na Síria por mais de cinco anos.

Apesar da clareza da imagem para nós sírios, ainda existem aqueles que afirmam que existe uma verdadeira revolução síria e que uma oposição moderada está presente.

Mas a guerra na Síria não é uma guerra entre sírios. Tornou-se numa guerra entre dois eixos, um dos quais é o eixo americano-ocidental que deseja destruir a Síria por causa da sua posição estratégica, que se encontrava no caminho dos  objectivos geopolíticos ocidentais. Da Síria irradiava um ambiente cultural de convivência e de harmonia entre as mais diferentes religiões, e era um centro de resistência contra os projectos dos EUA-Israel na região.

As batalhas do ano passado na Síria mostraram a enorme ambição e o desejo dos americanos e dos seus agentes regionais em apoiarem grupos terroristas, bem como ficou demonstrada a sua elevada capacidade diabólica em trazerem carradas dessas víboras islâmicas e proporcionando-lhes armamento e todo o tipo de apoio material.

Tendo-se chegado à conclusão de que o exército sírio sozinho, sem o apoio dos seus aliados, poderia sofrer uma grande derrota para a nossa aliança como um todo, ela que rejeita a hegemonia unipolar liderada pelo novo liberalismo selvagem que aterroriza tudo e alguém que não concorde com o plano americano.

Talvez as intervenções dos EUA na Síria e na Ucrânia tenham sido os eventos mais importantes que demonstraram esse esquema americano na década actual. O fracasso americano na Ucrânia poderá lançar as bases para o fracasso da União Europeia (Brexit é um exemplo), porque o projecto da UE em si, foi fundado principalmente para preencher o espaço resultante da dissolução da União Soviética, e tentando controlar todos os estados circundantes à Rússia como fantoches norte-americanos a serem usados quando fosse necessário. O fracasso americano na Síria minou a formação de um novo Império Otomano, que já tinha sido planeado como um projecto paralelo àquele da União Europeia no mundo islâmico, liderado pela Irmandade Muçulmana. Tal foi criado para ser usado como mais uma ferramenta americana servindo os interesses americanos, ocidentais e  israelitas contra a Rússia e o seu eixo de resistência.

A intervenção militar defensiva desta aliança na guerra síria ocorreu em duas etapas. A primeira fase da intervenção foi iniciada pelo eixo resistente (Hezbollah, Irão e Síria), quando a guerra na Síria na verdade, parecia ser uma guerra directa contra todos eles juntos, especialmente desde a guerra de 2006 entre Israel e o Hezbollah no Líbano, e a qual demonstrou a capacidade do Hezbollah em manter as suas posições e de mudar as regras do jogo na região. Israel e os seus aliados sabiam que não havia nenhuma possibilidade de sucesso se realizassem uma outra operação militar decisiva contra o Hezbollah. Assim, eles criaram outros planos para atacarem o eixo de resistência e de fragmentá-lo - tal foi o objectivo de introduzirem todas essas víboras islâmicas na Síria e garantindo-lhes apoio ilimitado.

O eixo multipolar entrou na guerra (segunda fase da intervenção) quando eles tinham visto e reconhecido a natureza internacional da guerra síria e a sua influência sobre o futuro geopolítico do mundo. Além disso, ficou claro que o ataque dos EUA contra a Síria, assim como aquele sobre a Ucrânia, foi uma guerra planeada contra o eixo multipolar, e que a perda de qualquer destes países seria uma perda para todo o eixo.
Assim, a intervenção russa em Setembro de 2015 foi lançada para eliminar estes riscos e para ajudar o exército sírio a defender os seus pontos estratégicos. Esta intervenção russa impediu que o eixo unipolar vencesse a guerra na Síria.

Mas a batalha pela Síria ainda está em curso por causa do enorme apoio que os terroristas têm recebido da Arábia Saudita, da Turquia e do Qatar, além de todo o apoio ilimitado dos Estados Unidos, de Israel e dos seus aliados ocidentais.

Os combates verificados no mês passado em Aleppo, mostraram o desespero do eixo americano em romper o cerco imposto pelo exército sírio e pelos seus aliados aos quase dez mil terroristas armados na cidade de Aleppo. Eles enviaram milhares de novos terroristas apoiados pelos mais recentes tipos de armas e por todos os tipos de segurança e de apoio logístico, para que eles conseguissem alcançar alguns ganhos e ocupar alguns pontos no sul e no oeste de Aleppo. Mas eles não conseguiram alcançar todos os seus objectivos por causa da feroz resistência exercida pelo exército sírio e pelos seus aliados.

As batalhas em Aleppo têm demonstrado que os caças russos estacionados na base aérea de Khmeimim não conseguem cobrir toda a Síria ou impedir eficazmente o fluxo de grandes quantidades de terroristas, especialmente quando este movimento de terroristas ocorre à partir de Idlib para Aleppo (devido à curta distância entre eles). Estas batalhas também vieram a mostrar que o eixo hostil na guerra síria está lutando desesperadamente para puder preservar Aleppo como uma prioridade, de forma a conseguirem manter a sua posição na Síria. Para eles, causando ainda mais morte e destruição na Síria é um objectivo em si, daí por que eles tentam prolongar a guerra para alcançarem os seus objectivos.

A resposta da Federação Russa às novas exigências foi rápida e bombardeiros pesados russos começaram a atacar diferentes alvos terroristas utilizando a base aérea de Hamadan no Irão, algo que pode ser considerado como sendo uma nova era na cooperação russo-iraniana.

Em 16 de Agosto de 2016, uma grande delegação militar da China liderada pelo almirante Guan Youfei, director do Instituto de Cooperação Militar Internacional da Comissão Militar Central da China, visitou Damasco e se reuniu com Fahad Jassim al-Freij, o ministro da Defesa da Síria, para intensificarem a cooperação militar entre os dois países. A importância desta visita é o surgimento de uma nova aliança, ainda não declarada, como resultado da guerra síria.

Parece ser claro através desta cooperação estratégica entre a Rússia, o Irão, a Síria e a China, que esta aliança refuta as glorificações das revoluções coloridas na Ucrânia, Síria e noutros países. Esta nova aliança já traçou uma nova linha vermelha, baseando-se em novos valores e, especialmente, apoiando-se na legislação internacional, rejeitando assim os padrões duplos utilizados na resolução de crises internacionais, quando os EUA e outros países ocidentais estão autorizados a continuar com o seu antigo comportamento, como aquele ao qual se acostumaram desde da última década do século anterior.
A guerra síria anunciou o surgimento de uma nova era, e poderá mesmo ser forjada uma nova aliança decidida a confrontar a NATO no futuro próximo.

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