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FID-BECK - ROLLINGONTHEFLOORLAUGHING

Prá especulação, desinformação e erros ortográficos tó-ká eu!

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Prá especulação, desinformação e erros ortográficos tó-ká eu!

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No início desta semana, devido à uma crescente pressão dos meios de comunicação, o gabinete de Theresa May confirmou que as autoridades haviam detido o principal assessor do antigo primeiro-ministro David Cameron, Patrick Rock, em 13 de fevereiro, por suspeitas relacionadas à pornografia infantil.

 

As autoridades ainda não acusaram formalmente Rock, citando a investigação em curso como a razão por detrás do silêncio prolongado do 10 Downing St. Detalhes sobre a cronologia da detenção alimentaram a especulação de que Rock, que renunciou a sua posição em 12 de fevereiro, poderia ter sido avisado por colegas antes da sua prisão.

 

Mas essa não é a única circunstância preocupante em torno do já perturbador escândalo. Para aqueles na comunidade da tecnologia, Rock é conhecido como um dos principais defensores da polémica "guerra à pornografia" do Reino Unido.

 

Mais especificamente, Rock serviu como conselheiro de Cameron para combater a pornografia infantil, ajudando a implementar novos requisitos para os provedores de serviços de Internet britânicos filtrarem os resultados de busca em sites que o governo considerava explícitos. Os novos requisitos, que obrigam os usuários a "opt-in", a fim de verem pornografia online, passaram por pesados escrutínios de muitos especialistas em segurança da Internet,  que sugerem que tais restrições podem ter efeitos arrepiantes sobre a liberdade de expressão. Alguns filtros ISP bloquearam o acesso a recursos de abuso doméstico online, enquanto que outros têm censurado sites focados em saúde sexual e reprodutiva.

 

A prisão de Rock surge num momento em que a opinião pública torna-se cada vez mais desfavorável ​​para a primeira-ministra, cujas medidas recentes  sobre as inundações catastróficas em todo o país não foram  bem recebidas.

 

Dada a natureza do armazenamento de dados, mesmo algumas horas entre uma dica e uma detenção, poderiam hipoteticamente dar à um suspeito tempo suficiente para destruir ou encobrir provas importantes. Tudo isso é um mau augúrio para uma administração que procura aumentar a sua popularidade. Cameron tinha prometido "erradicar" a ameaça da pornografia on-line para crianças, algo que ele havia anteriormente chamado de "ataque silencioso contra a inocência".

 

A prisão de Rock é a mais recente numa série de alegações de abuso sexual infantil a atingir o Reino Unido nos últimos anos. Em 2012, o público britânico reagiu com indignação, depois de centenas de alegações de abuso sexual cometidas pelo famoso apresentador de TV, Jimmy Savile, terem explodido nas redes sociais.

 

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Em 2003, centenas de cidadãos britânicos foram presos sob suspeita de possuírem e de distribuírem pornografia infantil, como parte da "Operation Ore". Mais de uma década depois, o seu impacto tem sido atingido com reações mistas.

Enquanto que os suspeitos na operação de ataque maciço incluíam professores, membros do Parlamento, ministros e advogados, continua a especular-se sobre as intenções da elite oligarca londrina em prosseguir com a sua agenda para tentar legalizar a pedofília, ou pelo menos tentar reduzir a idade de consentimento sexual para os dez anos de idade.

 

Trata-se de uma roubalheira bancária em pleno dia e com escolta policial, quando a empresa multinacional impôs extravagantes somas de taxas extras aos detentores de cartões de débito e crédito, entre 1992 e 2008.

A empresa aparentemente fixou taxas, conhecidas como "cobranças de intercâmbio," com juros ilegalmente altos, de acordo com a acção jurídica apresentada ao Competition Appeal Tribunal.

 Walter Merricks, o antigo provedor dos serviços financeiros do Reino Unido, iniciou as alegações em nome de 46 milhões de consumidores, dizendo: "A apresentação deste pedido é o primeiro passo para que os consumidores possam obter uma compensação por aquilo que a MasterCard fez."

"A MasterCard cobrou bilhões de libras em taxas ilegalmente elevados para o seu exclusivo benefício e em detrimento dos consumidores. Já foi encontrada como culpada por ter quebrado a lei da concorrência, cuja lei tem como base o direito de proteger os consumidores, e a mesma não pode ser contestada ", observou ele."Não há nenhuma base sobre a qual a MasterCard poderá afirmar que as suas taxas de cobrança sobre os cartões não eram ilegais."

A MasterCard tinha apenas acabado de ser penalizada depois de uma longa acção jurídica que durou mais de 10 anos contra a Comissão Europeia, quando o Tribunal de Justiça Europeu determinou em última instância em 2014, que as taxas da empresa aplicadas nas transferências de cruzamentos de fronteiras eram demasiado elevadas.

"A MasterCard perdeu esta batalha em todos os níveis e mostrou um total desrespeito para com os seus clientes possuidores de cartões e pelos consumidores em geral, concentrando-se em vez na geração de lucros ilícitos," um tal Quinn Emanuel afirmava num comunicado.

A empresa já respondeu às novas acusações, divulgando uma declaração na qual alega: "Agora que o pedido foi apresentado, vamos ter tempo para analisá-lo em detalhe, no entanto, continuamos a discordar firmemente com a base desta reclamação e temos a intenção de a confrontar vigorosamente. "

"Nós proporcionamos um valor real dos benefícios de segurança, conveniência e protecção dos consumidores, e estamos empenhados em investir nos nossos serviços de pagamento, a fim de continuar a satisfazer a rápida evolução das necessidades de todos os nossos clientes."

Da sua sede-geral em Nova Iorque a empresa insiste, que tais casos são atirados para fora dos tribunais nos Estados Unidos, acrescentando que as taxas de intercâmbio são boas para os consumidores e para os bolsos dos banksters.

"Eles estão agora preparando-se para uma dura batalha legal, que estimamos irá a julgamento em 2018, a menos que estejam preparados para fazer uma oferta justa os consumidores do Reino Unido antes disso", disse Boris Bronfentrinker, um parceiro do tal Quinn Emanuel. "Não é claro como é que a MasterCard poderá livrar-se e argumentar o contrário para evitar que o nosso caso tenha sucesso."

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