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FID-BECK - ROLLINGONTHEFLOORLAUGHING

Prá especulação, desinformação e erros ortográficos tó-ká eu!

FID-BECK - ROLLINGONTHEFLOORLAUGHING

Prá especulação, desinformação e erros ortográficos tó-ká eu!

Em outubro, o FBI recebeu um "mandado da FISA" no que diz respeito à Campanha de Trump e aos chamados laços com a Rússia.


 
O Tribunal de Vigilância de Inteligência Estrangeira dos Estados Unidos (também chamado de Tribunal da FISA) é um tribunal federal estabelecido sob a Lei de Vigilância de Inteligência Estrangeira de 1978 (FISA), para supervisionar pedidos de mandados de vigilância contra espiões estrangeiros dentro dos Estados Unidos por lei federal.

 

Um mandado da FISA é uma autorização para recolher provas, não para prender.


Como todos sabemos até agora, o FBI ilibou Trump e a sua campanha de qualquer "laços com a Rússia", mas os liberais e os meios de comunicação desonestos recusam-se a aceitar.

 

No entanto, à luz das últimas alegações de Trump sobre as "escutas" feitas por Obama, a grande questão é, quem é que teria solicitado este mandado e quão estreitamente está ele ligado à história de escutas telefónicas que Trump está-se referindo?

 

Como disse Mark Levin, isto é apenas um pouco daquilo que sabemos sobre a administração de Obama e as suas táticas de aplicação da info/lei do conhecimento público - também conhecidos como relatos da mídia.

 

Duas fontes distintas com links à comunidade de contra-inteligência confirmaram, que o FBI teria solicitado, e foi-lhe concedido, um mandado da FISA em outubro, dando permissão de usar métodos de contra-inteligência para examinar as atividades de cidadãos americanos ligados à campanha de Donald Trump, suspeitos de possíveis contactos com a Rússia.

 

Ao contrário do relatório do New York Times, que citava fontes do FBI dizendo que a agência não acreditava que o provedor de internet privado de Donald Trump, na Trump Tower , que estava ligado à um banco russo, apresentasse qualquer propósito nefasto, o facto é que o departamento da contra-inteligência do FBI renovou o seu pedido anterior à FISA sobre possíveis infrações financeiras e bancárias relacionadas com o servidor.

 

O primeiro pedido que citava Trump, foi negado em junho, mas o segundo foi configurado de uma forma mais restrita e foi concedido em outubro, após a evidência de que um servidor, possivelmente relacionado com a campanha de Trump, apresentava supostos links com dois bancos; o SVB Bank e o Alfa Bank da Rússia. No entanto, uma outra versão do Times fala de metadados, com fontes sugerindo que o mandado da FISA foi concedido para melhor analisar o conteúdo completo de e-mails e de outros documentos relacionados que pudessem implicar indivíduos americanos.

 


Os agentes do FBI que forneceram as informações ao New York Times e tentaram desacreditar as histórias inéditas publicadas pelo Slate (Franklin Foer) e Mother Jones (David Corn), talvez desconhecessem sobre o mandado da FISA, porque os departamento de contra-inteligência e o sector criminal do FBI trabalham frequentemente independentes um do outro, empregando o princípio da "compartimentalização".

 

O mandado da FISA foi concedido no âmbito de uma investigação de suspeita sobre as atividades entre o servidor de internet e os dois bancos, o SVB Bank e o Alfa Bank. No entanto, acredita-se na comunidade de inteligência, que o mandado abrange qualquer "americano" implicado nesta investigação e, portanto, abrange Donald Trump e pelo menos mais três homens que fizeram parte da sua campanha eleitoral, ou que tivessem agido como seus apoiantes publicamente através da mídia.

 

O mandado foi solicitado porque qualquer informação de inteligência acionável sobre o assunto, que fosse fornecida por agências estrangeiras amigáveis, não poderia ser devidamente examinada sem um mandado dos serviços de inteligência dos EUA, pois ela envolve "cidadãos dos EUA", que estão sob a responsabilidade do FBI e não da CIA. Se os resultados de uma investigação de contra-inteligência conduzirem à um processo criminal, o Departamento de Justiça deverá justificar que a cadeia de provas foram baseadas num mandado legal.

 

Em junho, quando o primeiro mandado da FISA foi negado, o FBI ficou alarmado com a viagem de Carter Page a Moscovo, onde teve reuniões com autoridades russas, uma semana antes dos famosos hackings aos emails da DNC (Democratic National Committee). As agências de contra-inteligência relataram mais tarde à ambos os candidatos presidenciais, que a Rússia tinha executado o golpe. Donald Trump afirmaria publicamente no terceiro debate que "o nosso país não faz idéia" se a Rússia havia cometido aquela pirataria. A "descoberta do servidor privado" na Trump Tower, entretanto, comunicando-se alegadamente com o Alfa Bank, mudou o assunto, afirmam certas fontes.

 

Para complicar ainda mais esta saga, o mandado da FISA foi alegadamente concedido, em parte devido ao envolvimento das próprias filhas de Vladimir Putin. Uma é casada com um alto funcionário da Gazprom, onde Carter Page e Paul Manafort, segundo notícias, têm participações financeiras. A outra com Kirill Shamalov, um funcionário bancário.


O facto de o alegado mandado ter sido emitido pela FISA é por si só significativo. O tribunal existe para conceder mandados para examinar casos relacionados com as actividades de inteligência estrangeira.

 

Será que o campo de Obama e de Hillary conspiraram tudo isso com a intenção de destruir a campanha eleitoral de Trump, colocando a Trump Tower debaixo de escuta apenas algumas semanas antes das eleições?

É o mandado da FISA de facto uma "escuta telefônica"?

Ainda existem tantas perguntas.

No entanto, este escândalo tem o potencial de colocar Washington D.C. de joelhos e poderá acabar com o reinado clandestino do perigoso "Deep State", que está determinado a destruir o Presidente Trump.


Ben&Jerry's lançam gelados de liamba

por Feedback - ROFL, em 04.03.17

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Os fundadores da famosa marca de gelados Ben & Jerry's, revelaram planos para acrescentarem à sua produção de guloseimas, um novo produto infundido com cannabis, dizendo que "faz sentido" adicionar maconha à sua gama de sabores, pois isto seria uma boa maneira de "combinar os seus prazeres".

 

.Ben Cohen e Jerry Greenfield fizeram as declarações surpreendentes durante uma entrevista com o Huffington Post, em que declaram abertamente que eles próprios já desfrutaram de "experiências anteriores" com "substâncias".

 

Eles disseram que o sorvete só estaria disponível "onde é legal ", acrescentando que eles acreditam que a legalização da cannabis era "uma coisa maravilhosa " e que as pessoas não deveriam ser encarceradas por usá-lo, desde que não prejudicassem terceiros.

 

Jerry Greenfield disse que não estava completamente de acordo com a ideia, pois ele preferiria que a maconha fosse totalmente legalizada primeiro em cada estado / território onde a empresa opera, para que valesse a pena, mas disse que esperava que ela fosse brevemente legalizada em todos os estados.

 

Os gelados de liamba já existem, com a Cannabis Creamery na Califórnia servindo às pessoas com prescrições de maconha medicinal. O estado de Colorado tem arrecadado uma grande receita tributária proveniente da sua legalização e as grandes empresas alimentares certamente que tentarão faturar com o negócio.

 

Especulou-se no ano passado, que a KFC passaria a vender liamba juntamente com o seu frango frito nos seus restaurantes de Colorado, mas os rumores parecem não terem sido concretizados, ao menos que estejam vendendo frangos já fumados. 

 

Enquanto que os democratas recusam-se a abandonar os pedidos de demissão do procurador-geral Jeff Sessions, devido as suas reuniões com o embaixador russo Sergey Kislyak no ano passado, os seus níveis de hipocrisia estão subindo à uma velocidade fenomenal.

Aqui está uma lista de democratas que também se reuniram recentemente com Kislyak:

1. Conselheiro sênior de Obama - John Holdren

2. Senadora Claire McCaskill

3. Senador Sheldon Whitehouse

4. A ex-senadora Mary Landrieu

5.Senador Amy Klobuchar

6. Senadora Dianne Feinstein

7. Senador Jack Reed

8. Senador Bob Casey

9. Senadora Maria Cantwell

10. Etc.

No início desta semana, Kislyak sentou-se com democratas durante o primeiro discurso do Presidente Trump à uma sessão conjunta do Congresso.

 

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De acordo com os registros oficiais de visitantes, Kislyak visitou a Casa Branca 22 vezes durante o mandato do Presidente Obama.

 

 

Os Democratas intensificam a sua caça-às-bruxas contra a administração de Donald Trump, tentando degolar o Procurador Geral Jeff Sessions, por ter-se encontrado com o embaixador russo, enquanto fazendo parte do Comité dos Serviços Armados do Senado americano.

 

Uma democrata que tem vindo a criticar Sessions e exigindo a sua demissão é  a senadora Claire McCaskill (D-MO).

 

Usando os serviços da rede social favorita pelo seu presidente - Tweeter - McCaskill fez soar à alto e bom som, de que os membros do Comité dos Serviços Armados jamais haviam encontrado-se com o embaixador da Rússia, sugerindo assim, que a reunião de Sessions deveria estar ligada à uma interferência russa na campanha de Trump.

 

McCaskill atacou Jeff Sessions num Tweet dizendo:

 

 

 

Para o nível de hipocrisia reinante no campo Democrata ultimamente, esta reação de Claire McCaskill só pode ser considerada como se estivesse sofrendo de um ataque de amnésia aguda, uma vez que a própria senadora usou o Tweeter no passado, em 2013 e em 2015, para anunciar que se encontrava a caminho para reuniões com os diplomatas russos, no exercício das suas funções como membro do designado comité do senado.

 

Só para desvendar-se este mistério de encontros entre a diplomacia russa e membros de várias instituições americanas, surgiu uma fotografia na net, na qual a própria senadora americana aparece juntamente com a sua delegação negociando com diplomatas russos...ou extra-terrestres.

 

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O senador republicano de Oregon, Orrin Hatch, afirmou aos repórteres na quinta-feira, que está preocupado com a extensão da vigilância que o governo do presidente Barack Obama realizou durante a campanha presidencial e na equipe de transição do presidente Donald Trump.

 


"Fiquei apenas um pouco chocado com isso", disse o senador, que também é o Presidente Pro Tempore do Senado e o quarto na linha de sucessão por detrás do Presidente Paul Ryan (R.-Wis.).

 

O senador estava falando no contexto das notícias, de que o Procurador-Geral Jeff Session, um conselheiro próximo da campanha de Trump, se reuniu duas vezes com o embaixador russo durante o ciclo eleitoral de 2016, e o New York Times informou que funcionários do governo de Obama dirigiram uma intensa campanha informativa contra Trump e a sua equipe, durante o período de transição para a tomada de posse da nova administração. 

 

Isso aconteceu também duas semanas após a publicação na mídia, de transcrições das escutas feitas pelo  Departamento de Justiça de Obama sobre Michael Flynn, o que  forçou a sua demissão como conselheiro de segurança nacional.

 

Hatch disse que não ficou completamente surpreso com o uso que Obama fez de aparelhos oficiais para perseguir os seus opositores políticos.

"Eu suspeitava que eles iriam fazer isso de qualquer maneira", disse ele.

 

O senador também disse que suspeita que as informações colhidas pela vigilância do governo de Obama sobre o campo de Trump, foram fornecidas à herdeira ungida por Obama, Hillary Clinton, e à sua campanha presidencial.

"Sim, eu tenho um monte de suspeitas, mas eu não faço ideia, então eu não vou especular".

DaFeed

Malvado, traidor, vingativo. Ele continua a tentar atormentar o povo americano com o seu socialismo destrutivo, corrosivo e internacionalismo.

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Valerie Jarrett, a confidente do último presidente americano, mudou-se para a nova casa dos Obamas em Washington DC, que se tornou já num centro operacional para planear uma insurreição contra o atual presidente, Donald Trump.

 

Barack Obama está transformando a sua nova residência na elegante zona de Kalorama da capital do país - há apenas duas milhas de distância da Casa Branca - num nervo central para montar uma revolta contra o seu sucessor, o presidente Donald J. Trump.

 

O objetivo de Obama, de acordo com um amigo próximo da família, é o de derrubar Trump da presidência,  forçando a sua renúncia ou por impeachment.

 

E Obama está sendo ajudado nesta sua cruzada política pela sua conselheira de longa data, Valerie Jarrett, que se mudou para a mansão de 5,3 milhões de dólares em Kaloroma, juntando-se ao ex-presidente e Michelle Obama, há muito tempo melhores amigos.

 

Jarrett desempenhou um papel vital - se às vezes discreto - na presidência de Obama. Ela morava na Casa Branca, jantava com os Obamas e ajudava a moldar as suas políticas domésticas e externas.

 

O ex-presidente montou um escritório no West End da capital do país, onde recentemente hospedou uma cerimónia aberta para a sua equipe da Casa Branca - incluindo Joe Biden, Susan Rice, Josh Earnest e Jarrett.

 

Mas o escritório, parte das suas vantagens pós-presidenciais, não pode ser usado para fins políticos. O aluguer da casa é pago por ele pessoalmente.

 

Na terça-feira, o ex-procurador-geral Eric Holder revelava que Obama está realmente prestes a fazer o seu reaparecimento político publicamente .

'Está chegando. Ele está vindo ", disse Holder falando aos repórteres. "E ele está pronto à rolar."

 

De acordo com uma fonte da família, Obama esteve a princípio relutante em assumir o papel de líder da oposição.

"Já não era o homem mais poderoso do mundo, ele estava apenas observando Trump e não gostando do que via", disse a fonte.

"Ele estava cansado e queimado depois de oito anos no cargo. Mas Valerie convenceu-o de que não tinha alternativa se quisesse salvar o seu legado. E como de costume, inclinou-se para a sabedoria política e conselhos de Valerie.

 

No seu único comentário público contra Trump, desde que deixou a presidência, Obama saiu apoiando os protestos que se opõem à ordem executiva do presidente Donald Trump de restringir a imigração de alguns países predominantemente muçulmanos.

 

Um porta-voz disse que o ex-presidente acha que eles são "cidadãos exercendo o seu direito constitucional de se reunirem, organizarem e de terem as suas vozes ouvidas pelos funcionários eleitos, e é exatamente aquilo que esperamos ver quando os valores americanos estão em jogo".

 

Assim que Obama deixou o cargo, Jarrett mudou todos os seus bens da Casa Branca para a mansão de Kalorama.

"Nunca houve dúvida de que Valerie teria uma suíte de quartos na casa que os Obama estão alugando", disse uma fonte. "Obama confia nas suas decisões mais do que em qualquer outra pessoa no planeta, assim como Michelle".

Obama não toma uma decisão sem ela.

 

Impulsionado por Jarrett e Michelle, o ex-presidente decidiu assumir o seu papel de líder da oposição contra Trump, cujas políticas ele detesta e cuja presidência ele considera ilegítima.

 

"Ele vai usar a sua imensa popularidade com uma metade do país, que se identificam como liberais e progressistas", disse a fonte da família Obama. "Milhões de americanos estão resolutos e prontos para irem para as ruas opondo-se à Trump, mas eles precisam de ser organizados, de canalizarem a sua raiva, de se tornarem focados e dirigidos.

"Obama está consternado com a forma como Trump está demolindo o seu legado - ObamaCare, a rede de segurança social e o tapete de boas-vindas para os refugiados que ele havia criado", continuou a fonte.

 


A Vaca Está-se Pirando Para O Outro Mundo.

por Feedback - ROFL, em 12.09.16

Sem Insultos Ao Nosso Adorado Gado Bovino

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E passou-se mais um 11 de Setembro, uma data maquiavélica cheia de mil e uma surpresas.

Já nem se trata de acusar-se os Israelitas, Sauditas, Iranianos ou o gang the Bush&Company!

Certamente que não foi Saddam Hussein.

Lá pelos States, um "cesto de deploráveis" tem vindo a questionar nos últimos tempos, sobre as condições físicas e mentais da candidata já ungida como a próxima ditadora khazariana da Casa Branca.     

Em resposta, Killary Clinton tem entrado em convulsões de tosses e de tiques epiléticos, antes de poder compôr-se e finalmente conseguir articular, que ela sofre um ataque de alergia cada vez que pensa em Donald Trump.

Mas desta vez, precisamente durante uma cerimónia de comemorações dos actos do 9/11, o génio parece ter decidido escapar-se da lâmpada e mostra-se disposto à nunca mais prá lá voltar.

Em plena vista pública, a dama preferida pelos oligarcas globalistas cagou-se nas calças e foi forçada a ser transportada para uma viatura de emergência especialmente preparada para qualquer eventualidade, como aquela com a qual eles se deparavam naquele preciso momento. A vaca tinha-se borrado nas pantalonas no meio da via pública e em pleno luz do dia. 

Embora a mainstream media e a sua própria doutora insistam em diagnosticar a desfalecente criminosa com uma presumível pneumonia, também conhecida como "9/11 strikes twice", a verdade é que a kota assassina está apodrecendo lentamente, tendo apenas sobrevivido todos este tempo devido ao facto de lhe estar a ser proporcionada o melhor tratamento médico existente no planeta.

O WikiLeaks talvez nem necessite de esperar até ao próximo mês para concluir as suas prometidas "revelações de Outubro", já que os últimos acontecimentos parecem estar antecipando-se aos planos da banda de Julien Assange em tentarem revelar os pormenores dos emails, que possam possivelmente esclarecer acerca das investigações feitas pela dama do crime à um conhecido especialista em drogas para tratar-lhe da doença de Parkinson.

A equipa da campanha eleitoral presidencial de Killary parece estar entrando num estado de atmosfera kafkiana, tentando evitar que o nome da sua candidata não seja mencionado pela mídia corrupta internacional, enquanto que preparam o passo seguinte, talvez tentando estabelecer as condições mais propícias que possam possibilitar ao seu magno mulato em concluir um terceiro termo (inconstitucional) no salão oval.

Indiferentemente às peripécias que ocorrerão nos próximos dias, a verdade é que a carreira criminosa desta mulher maldosa parece estar a aproximar-se do seu final...a puta está kaput!!!

DaFeed

A guerra que se realiza hoje na Síria é talvez, um novo tipo de guerra em termos dos meios utilizados, a sua dimensão, o tipo e o grande número de facções que participam nela. Cada uma das partes alega de estar defendendo a Síria e os direitos dos sírios, à um tal ponto, que o observador casual pode não ser capaz de distinguir o certo do errado ou o opressor do oprimido. Um tem que examinar os valores e comportamentos de cada uma das partes e reconhecer quem está defendendo a sua terra natal daqueles que vieram do exterior para implementar as suas agendas estrangeiras em solo sírio.

O exército sírio e os seus aliados estão lutando contra terroristas de todo o mundo, que vieram para a Síria com o apoio da aliança americana, que por seu turno, afirma de ser o baluarte na defesa dos direitos humanos, e combate na Síria em "defesa" do povo sírio. Esses terroristas foram trazidos para a Síria de prisões em todo o mundo, para defenderem a "revolução de igualdade e justiça", decapitando e assassinando pessoas inocentes, arrastando a matança e a destruição na Síria por mais de cinco anos.

Apesar da clareza da imagem para nós sírios, ainda existem aqueles que afirmam que existe uma verdadeira revolução síria e que uma oposição moderada está presente.

Mas a guerra na Síria não é uma guerra entre sírios. Tornou-se numa guerra entre dois eixos, um dos quais é o eixo americano-ocidental que deseja destruir a Síria por causa da sua posição estratégica, que se encontrava no caminho dos  objectivos geopolíticos ocidentais. Da Síria irradiava um ambiente cultural de convivência e de harmonia entre as mais diferentes religiões, e era um centro de resistência contra os projectos dos EUA-Israel na região.

As batalhas do ano passado na Síria mostraram a enorme ambição e o desejo dos americanos e dos seus agentes regionais em apoiarem grupos terroristas, bem como ficou demonstrada a sua elevada capacidade diabólica em trazerem carradas dessas víboras islâmicas e proporcionando-lhes armamento e todo o tipo de apoio material.

Tendo-se chegado à conclusão de que o exército sírio sozinho, sem o apoio dos seus aliados, poderia sofrer uma grande derrota para a nossa aliança como um todo, ela que rejeita a hegemonia unipolar liderada pelo novo liberalismo selvagem que aterroriza tudo e alguém que não concorde com o plano americano.

Talvez as intervenções dos EUA na Síria e na Ucrânia tenham sido os eventos mais importantes que demonstraram esse esquema americano na década actual. O fracasso americano na Ucrânia poderá lançar as bases para o fracasso da União Europeia (Brexit é um exemplo), porque o projecto da UE em si, foi fundado principalmente para preencher o espaço resultante da dissolução da União Soviética, e tentando controlar todos os estados circundantes à Rússia como fantoches norte-americanos a serem usados quando fosse necessário. O fracasso americano na Síria minou a formação de um novo Império Otomano, que já tinha sido planeado como um projecto paralelo àquele da União Europeia no mundo islâmico, liderado pela Irmandade Muçulmana. Tal foi criado para ser usado como mais uma ferramenta americana servindo os interesses americanos, ocidentais e  israelitas contra a Rússia e o seu eixo de resistência.

A intervenção militar defensiva desta aliança na guerra síria ocorreu em duas etapas. A primeira fase da intervenção foi iniciada pelo eixo resistente (Hezbollah, Irão e Síria), quando a guerra na Síria na verdade, parecia ser uma guerra directa contra todos eles juntos, especialmente desde a guerra de 2006 entre Israel e o Hezbollah no Líbano, e a qual demonstrou a capacidade do Hezbollah em manter as suas posições e de mudar as regras do jogo na região. Israel e os seus aliados sabiam que não havia nenhuma possibilidade de sucesso se realizassem uma outra operação militar decisiva contra o Hezbollah. Assim, eles criaram outros planos para atacarem o eixo de resistência e de fragmentá-lo - tal foi o objectivo de introduzirem todas essas víboras islâmicas na Síria e garantindo-lhes apoio ilimitado.

O eixo multipolar entrou na guerra (segunda fase da intervenção) quando eles tinham visto e reconhecido a natureza internacional da guerra síria e a sua influência sobre o futuro geopolítico do mundo. Além disso, ficou claro que o ataque dos EUA contra a Síria, assim como aquele sobre a Ucrânia, foi uma guerra planeada contra o eixo multipolar, e que a perda de qualquer destes países seria uma perda para todo o eixo.
Assim, a intervenção russa em Setembro de 2015 foi lançada para eliminar estes riscos e para ajudar o exército sírio a defender os seus pontos estratégicos. Esta intervenção russa impediu que o eixo unipolar vencesse a guerra na Síria.

Mas a batalha pela Síria ainda está em curso por causa do enorme apoio que os terroristas têm recebido da Arábia Saudita, da Turquia e do Qatar, além de todo o apoio ilimitado dos Estados Unidos, de Israel e dos seus aliados ocidentais.

Os combates verificados no mês passado em Aleppo, mostraram o desespero do eixo americano em romper o cerco imposto pelo exército sírio e pelos seus aliados aos quase dez mil terroristas armados na cidade de Aleppo. Eles enviaram milhares de novos terroristas apoiados pelos mais recentes tipos de armas e por todos os tipos de segurança e de apoio logístico, para que eles conseguissem alcançar alguns ganhos e ocupar alguns pontos no sul e no oeste de Aleppo. Mas eles não conseguiram alcançar todos os seus objectivos por causa da feroz resistência exercida pelo exército sírio e pelos seus aliados.

As batalhas em Aleppo têm demonstrado que os caças russos estacionados na base aérea de Khmeimim não conseguem cobrir toda a Síria ou impedir eficazmente o fluxo de grandes quantidades de terroristas, especialmente quando este movimento de terroristas ocorre à partir de Idlib para Aleppo (devido à curta distância entre eles). Estas batalhas também vieram a mostrar que o eixo hostil na guerra síria está lutando desesperadamente para puder preservar Aleppo como uma prioridade, de forma a conseguirem manter a sua posição na Síria. Para eles, causando ainda mais morte e destruição na Síria é um objectivo em si, daí por que eles tentam prolongar a guerra para alcançarem os seus objectivos.

A resposta da Federação Russa às novas exigências foi rápida e bombardeiros pesados russos começaram a atacar diferentes alvos terroristas utilizando a base aérea de Hamadan no Irão, algo que pode ser considerado como sendo uma nova era na cooperação russo-iraniana.

Em 16 de Agosto de 2016, uma grande delegação militar da China liderada pelo almirante Guan Youfei, director do Instituto de Cooperação Militar Internacional da Comissão Militar Central da China, visitou Damasco e se reuniu com Fahad Jassim al-Freij, o ministro da Defesa da Síria, para intensificarem a cooperação militar entre os dois países. A importância desta visita é o surgimento de uma nova aliança, ainda não declarada, como resultado da guerra síria.

Parece ser claro através desta cooperação estratégica entre a Rússia, o Irão, a Síria e a China, que esta aliança refuta as glorificações das revoluções coloridas na Ucrânia, Síria e noutros países. Esta nova aliança já traçou uma nova linha vermelha, baseando-se em novos valores e, especialmente, apoiando-se na legislação internacional, rejeitando assim os padrões duplos utilizados na resolução de crises internacionais, quando os EUA e outros países ocidentais estão autorizados a continuar com o seu antigo comportamento, como aquele ao qual se acostumaram desde da última década do século anterior.
A guerra síria anunciou o surgimento de uma nova era, e poderá mesmo ser forjada uma nova aliança decidida a confrontar a NATO no futuro próximo.

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