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FID-BECK - ROLLINGONTHEFLOORLAUGHING

Prá especulação, desinformação e erros ortográficos tó-ká eu!

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Prá especulação, desinformação e erros ortográficos tó-ká eu!

Trata-se de uma roubalheira bancária em pleno dia e com escolta policial, quando a empresa multinacional impôs extravagantes somas de taxas extras aos detentores de cartões de débito e crédito, entre 1992 e 2008.

A empresa aparentemente fixou taxas, conhecidas como "cobranças de intercâmbio," com juros ilegalmente altos, de acordo com a acção jurídica apresentada ao Competition Appeal Tribunal.

 Walter Merricks, o antigo provedor dos serviços financeiros do Reino Unido, iniciou as alegações em nome de 46 milhões de consumidores, dizendo: "A apresentação deste pedido é o primeiro passo para que os consumidores possam obter uma compensação por aquilo que a MasterCard fez."

"A MasterCard cobrou bilhões de libras em taxas ilegalmente elevados para o seu exclusivo benefício e em detrimento dos consumidores. Já foi encontrada como culpada por ter quebrado a lei da concorrência, cuja lei tem como base o direito de proteger os consumidores, e a mesma não pode ser contestada ", observou ele."Não há nenhuma base sobre a qual a MasterCard poderá afirmar que as suas taxas de cobrança sobre os cartões não eram ilegais."

A MasterCard tinha apenas acabado de ser penalizada depois de uma longa acção jurídica que durou mais de 10 anos contra a Comissão Europeia, quando o Tribunal de Justiça Europeu determinou em última instância em 2014, que as taxas da empresa aplicadas nas transferências de cruzamentos de fronteiras eram demasiado elevadas.

"A MasterCard perdeu esta batalha em todos os níveis e mostrou um total desrespeito para com os seus clientes possuidores de cartões e pelos consumidores em geral, concentrando-se em vez na geração de lucros ilícitos," um tal Quinn Emanuel afirmava num comunicado.

A empresa já respondeu às novas acusações, divulgando uma declaração na qual alega: "Agora que o pedido foi apresentado, vamos ter tempo para analisá-lo em detalhe, no entanto, continuamos a discordar firmemente com a base desta reclamação e temos a intenção de a confrontar vigorosamente. "

"Nós proporcionamos um valor real dos benefícios de segurança, conveniência e protecção dos consumidores, e estamos empenhados em investir nos nossos serviços de pagamento, a fim de continuar a satisfazer a rápida evolução das necessidades de todos os nossos clientes."

Da sua sede-geral em Nova Iorque a empresa insiste, que tais casos são atirados para fora dos tribunais nos Estados Unidos, acrescentando que as taxas de intercâmbio são boas para os consumidores e para os bolsos dos banksters.

"Eles estão agora preparando-se para uma dura batalha legal, que estimamos irá a julgamento em 2018, a menos que estejam preparados para fazer uma oferta justa os consumidores do Reino Unido antes disso", disse Boris Bronfentrinker, um parceiro do tal Quinn Emanuel. "Não é claro como é que a MasterCard poderá livrar-se e argumentar o contrário para evitar que o nosso caso tenha sucesso."

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