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FID-BECK - ROLLINGONTHEFLOORLAUGHING

Prá especulação, desinformação e erros ortográficos tó-ká eu!

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Prá especulação, desinformação e erros ortográficos tó-ká eu!

O Pecado Mortal De Nahed Hattar...

por Feedback - ROFL, em 25.09.16

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 ...Ser Cristão Num País Fanaticamente Islâmico.

O regime jordano eliminou Nahed Hattar principalmente porque como cristão, ele apoiava Bashar Al-Assad e a causa palestina. Toda essa  porcaria que se tem vindo a espalhar sobre os insultos causados pelo cartoon que ele tinha compartilhado na sua página no Facebook é apenas uma desculpa, que se assenta melhor para aqueles que são fanáticos islâmicos e apologistas dos crimes que o Daesh tem vindo a  cometer contra as comunidades cristãs em todo o Oriente Médio e no norte de África.

Diz-se que o desenho mostrava um homem barbudo no céu, fumando na cama com duas mulheres e pedindo à Deus para trazer-lhe vinho e castanhas de caju.
No desenho, o homem também pede à Deus para limpar os seus pratos, que colocasse uma porta na sua tenda e que batesse antes de entrar.

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Sabe-se que uma boa parte da estratégia persuadora adotada pelos apoiantes do grupo que continua tentando quebrar a vinculação Britânica das amarras oligarcas europeias - Brexit -, apostou fortemente numa campanha de difamação desumana contra a avalanche de emigrantes e de refugiados acampados na margem ao sul de Dover, naquela que se tornou no famoso campo de "Jungle of Calais" na França.

 

São milhares de pessoas, que tentam à todos os custos e maneiras atingir as terras da majestade britânica diariamente, na sua grande maioria refugiados vindos de zonas de guerra, que ironicamente têm vindo a ser desestabilizadas por motivos de interesse imperialistas britânicos, os quais são invariavelmente apoiados pelos seus lacaios americanos e franceses.

 

A situação em que se encontram estes milhares de pessoas é simplesmente deplorável, sem condições mínimas que possam de modo algum facilitar a sua sobrevivência, muito menos de atingirem os níveis exigidos pelas organizações humanitárias internacionais, que por sua vez, nem sequer reconhecem, ou atribuem ao "jungle", o necessário carimbo oficial de campo de refugiados, depravando assim aos seus ocupantes de adquirirem um honrado status de cidadãos do mundo.

 

Embora algumas organizações de caridade tenham vindo a desempenhar um papel de relevo no seu apoio quotidiano aos refugiados de Calais, muitas outras pessoas por iniciativa pessoal, têm também oferecido o seu carinho e solidariedade humana, ao ponto de se aproximarem fisicamente aos homens, mulheres e até mesmo infantes, atingindo mesmo por vezes esta afeição íntima, um ponto sem retorno...wham, bam, thank you ma'am!

 

Ao que parece, esta necessidade de camaradagem solidária tem vindo a tornar-se numa urgência de satisfação sexual, principalmente entre as senhoras e meninas oriundas das terras da sua majestade britânica, precisamente o mundo feminino daquela mesma nação, que se preza politicamente por ter enviado os capangas da União Europeia para um estado de frenesi de rutura total, depois dos resultados vitoriosos do campo dos Brexit durante o referendo que tinha como intenção, quebrar as costas dos refugiados que tentam diariamente atingir a via "réctea" com destino à Londres.

 

Para o mundo abominável da política correta britânica, a notícia tem exercido efeitos bombásticos, como se Putin tivesse de facto lançado a primeira bomba nuclear sobre o palácio de Buckingham e extinguido com um só golpe, toda a família real e os seus serventes leais.

 

Estas revelações tornaram-se públicas, quando um jornalista do Independent apanhou numa página do Facebook, um voluntário que se lamentava acerca da prática generalizada de assédio sexual por parte, principalmente das voluntárias britânicas, que buscam insaciavelmente por todo campo, por fugees que as possam satisfazer, aliciando mesmo jovens abaixo da idade consentida para atos sexuais.

 

O posto que já foi apagado, provocou um debate polémico entre os vários membros do grupo de voluntários do jungle, "Calais People to People Solidarity", vindo algum deles a pedirem que o mesmo fosse removido antes que a imprensa pusesse as vistas sobre ele, enquanto que outros argumentavam que toda a verdade fosse revelada em plena luz do dia.

 

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Demasiado tarde, embora algumas das organizações tenham estado a tentar a diminuir o tamanho do embaraço das ações abusivas perpetradas sobre as crianças, o que tem vindo a tornar-se claro é, que existe de facto uma moda estabelecida no Jungle e ela já tem sido comparada com o "Sex Tourism" imortalizado pelas inglesas, que perdem todas as inibições quando encontrando-se de férias no estrangeiro, fodendo o maior número de homens que puderem e tentando quebrar consecutivos records de quantos homens serão capazes de aguentarem numa só levada.

 

Deste caso do jungle de Calais por exemplo, surge a história de uma mulher inglesa que se dispôs ao serviço voluntário de solidariedade humana independentemente, vindo a tornar-se famosa dentro do campo devido à sua disponibilidade e generosidade em consolar os fugees sexualmente, confortando vários deles num só dia e regressando  para mais caridade humanitária no dia seguinte. Ela eventualmente apanhou o fugee que achou certo para si, atravessou o Canal da Mancha rumo à Inglaterra com o seu espólio debaixo do braço e cagando-se para o Brexit dos seus conterrâneos. 

 

Falando de fugees e de solidariedade humana, não será a altura para que Angelina Jolie cumpra as suas responsabilidades de embaixatriz da ONU concretamente, e forneça algum consolo fisicamente reconhecível à alguns dos refugiados que tenham perdido as suas companheiras nos conflitos instigados pelos Estados Unidos?

Afinal de contas, Brad Pitt já se tornou em apenas noutra estatística.

 

 

 

 O Comando Geral do Exército e as Forças Armadas anunciaram hoje (terça-feira), que durante um ataque efetuado pela força aérea israelita sobre uma posição militar síria no campo da província meridional de Quneitra à 1 da manhã de 13 de setembro de 2016, as forças de defesa aérea sírias responderam ao mesmo e abateram um caça de guerra israelita no sudoeste de Quneitra e um drone ao oeste da cidade Sa'sa, na zona rural do sudoeste de Damasco.

É ainda de notar, que o ataque israelita tinha como objetivo apoiar os grupos terroristas armados, numa tentativa desesperada de levantarem a moral deteriorante dos seus membros, devido às grandes perdas que têm sofrido em Quneitra nos últimos tempos.


É Bibi Um Sardão Ou Camaleão?

por Feedback - ROFL, em 12.09.16

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 Compreender a projeção judaica é a chave

DaFeed 

Gilad Atzmon

Num seu recente vídeo sobre limpeza étnica, Netanyahu oferece-nos um vislumbre espetacular no seio da identidade política judaica e a facilidade com que os judeus conseguem metamorfosear entre ideologia e postura política. No vídeo abaixo, Netanyahu acusa os palestinos e os seus apoiantes, tornando a ideia de que, como para uma condição de paz, se Israel fosse forçado a abandonar os seus povoamentos ilegais, como sendo algo com inclinações em direção à uma limpeza étnica.

 

Não estou aqui para discutir esta ideia ridícula de Netanyahu. É claro que estou totalmente de acordo com Gideon Levy e outros, que se deram ao trabalho, repetidamente, de provarem que Israel é o único limpador étnico entre o rio e o mar.

 

Mas se Israel é o único a cometer limpeza étnica na Palestina, então tudo aquilo que Bibi está fazendo, é simplesmente projetando-o, atribuindo os seus próprios sintomas racistas sobre os palestinos e sobre os seus simpatizantes. Agora, eu não sou um grande admirador de Freud e ainda menos entusiástico pela sua terminologia, mas ele com certeza nos ajudou a entender o judeu ou, digamos assim, a natureza psicológica judaica. Aparentemente, a projeção está no centro da psique judaica. Os judeus veem o racismo em todos os lugares, simplesmente porque eles atribuem o seu próprio racismo aos outros. Então, Netanyahu, ao acusar os outros de limpeza étnica, ele está simplesmente projetando os seus próprios sintomas sobre os palestinos.

 

Indo mais adiante. A preocupação com as pessoas sendo étnica varridas é uma posição empática, humanista, tradicionalmente associada com a doutrina da Esquerda e com o pensamento progressista. Ela é de facto, totalmente estranha ao Lebensraum, à ideologia racista que impulsiona o preceito sionista, do qual Netanyahu é um seguidor ferrenho.

 

Assim, pode-se perguntar como é que Bibi conseguiu transformar-se a si próprio de opressor à vítima? Como é que ele consegue de uma forma tão abrupta mudar de lados, de ser um praticante de Lebensraum para tornar-se numa "voz progressista"? A resposta é devastadoramente simples. Para um judeu, trocar de lado, para mudar-se da extrema-direita para a poética esquerda e vice-versa, é um mero exercício verbal. Esta capacidade de metamorfose está incorporada dentro da identidade política judaica, e eu acho que Kafka foi o primeiro a apontar-nos para ele.

 

Assim, com uma pequena ajuda de Binyamin Netanyahu, os israelenses passam a ser simultaneamente opressores, assim como vítimas. Mas são os anti-sionistas algo diferentes?

 

Quanto tempo levou à Max Blumenthal para transformar-se de um entusiástico sionista caçador de nazistas, num pró-palestino, que apenas ocasionalmente odeia alemães por serem brancos? O mesmo pode ser dito sobre praticamente toda a esquerda judaica e organizações judaicas anti-sionistas. Eles promovem o anti-racismo em nome das ideologias liberais e progressistas mais esclarecidas, enquanto que eles próprios, operam dencameleon+copy.jpgtro de células políticas racialmente inclusivas.

 

Os chamados de "anti-semitas - aqueles que odeiam os judeus por serem judeus, costumavam referir-se aos judeus como sendo camaleões. Eles simplesmente não conseguiam entender a falta de integridade no coração da política judaica. Eles não podiam perceber porquê que os judeus mudavam de aliados assim tão rapidamente.

 

 

O vídeo de Netanyahu, certamente fez-me esta manhã pensar no quão confortável ele consegue mentir compulsivamente à frente da câmara. Mas o que eu me pergunto é, o que acontecerá à Bibi, quando ele enfrenta-se a si mesmo só, na parte da manhã em frente ao espelho? Quem (ou o quê) que ele vê a frente dele? É o chefe do partido Likud? É um humanista progressista? Ou é simplesmente um lagarto, ou um camaleão que se transforma constantemente quando se está movendo.

 

Eu acho que David Icke tem, mais de uma vez, tentado resolver esta questão ..

 

 

 

 


A Vaca Está-se Pirando Para O Outro Mundo.

por Feedback - ROFL, em 12.09.16

Sem Insultos Ao Nosso Adorado Gado Bovino

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E passou-se mais um 11 de Setembro, uma data maquiavélica cheia de mil e uma surpresas.

Já nem se trata de acusar-se os Israelitas, Sauditas, Iranianos ou o gang the Bush&Company!

Certamente que não foi Saddam Hussein.

Lá pelos States, um "cesto de deploráveis" tem vindo a questionar nos últimos tempos, sobre as condições físicas e mentais da candidata já ungida como a próxima ditadora khazariana da Casa Branca.     

Em resposta, Killary Clinton tem entrado em convulsões de tosses e de tiques epiléticos, antes de poder compôr-se e finalmente conseguir articular, que ela sofre um ataque de alergia cada vez que pensa em Donald Trump.

Mas desta vez, precisamente durante uma cerimónia de comemorações dos actos do 9/11, o génio parece ter decidido escapar-se da lâmpada e mostra-se disposto à nunca mais prá lá voltar.

Em plena vista pública, a dama preferida pelos oligarcas globalistas cagou-se nas calças e foi forçada a ser transportada para uma viatura de emergência especialmente preparada para qualquer eventualidade, como aquela com a qual eles se deparavam naquele preciso momento. A vaca tinha-se borrado nas pantalonas no meio da via pública e em pleno luz do dia. 

Embora a mainstream media e a sua própria doutora insistam em diagnosticar a desfalecente criminosa com uma presumível pneumonia, também conhecida como "9/11 strikes twice", a verdade é que a kota assassina está apodrecendo lentamente, tendo apenas sobrevivido todos este tempo devido ao facto de lhe estar a ser proporcionada o melhor tratamento médico existente no planeta.

O WikiLeaks talvez nem necessite de esperar até ao próximo mês para concluir as suas prometidas "revelações de Outubro", já que os últimos acontecimentos parecem estar antecipando-se aos planos da banda de Julien Assange em tentarem revelar os pormenores dos emails, que possam possivelmente esclarecer acerca das investigações feitas pela dama do crime à um conhecido especialista em drogas para tratar-lhe da doença de Parkinson.

A equipa da campanha eleitoral presidencial de Killary parece estar entrando num estado de atmosfera kafkiana, tentando evitar que o nome da sua candidata não seja mencionado pela mídia corrupta internacional, enquanto que preparam o passo seguinte, talvez tentando estabelecer as condições mais propícias que possam possibilitar ao seu magno mulato em concluir um terceiro termo (inconstitucional) no salão oval.

Indiferentemente às peripécias que ocorrerão nos próximos dias, a verdade é que a carreira criminosa desta mulher maldosa parece estar a aproximar-se do seu final...a puta está kaput!!!

DaFeed

A guerra que se realiza hoje na Síria é talvez, um novo tipo de guerra em termos dos meios utilizados, a sua dimensão, o tipo e o grande número de facções que participam nela. Cada uma das partes alega de estar defendendo a Síria e os direitos dos sírios, à um tal ponto, que o observador casual pode não ser capaz de distinguir o certo do errado ou o opressor do oprimido. Um tem que examinar os valores e comportamentos de cada uma das partes e reconhecer quem está defendendo a sua terra natal daqueles que vieram do exterior para implementar as suas agendas estrangeiras em solo sírio.

O exército sírio e os seus aliados estão lutando contra terroristas de todo o mundo, que vieram para a Síria com o apoio da aliança americana, que por seu turno, afirma de ser o baluarte na defesa dos direitos humanos, e combate na Síria em "defesa" do povo sírio. Esses terroristas foram trazidos para a Síria de prisões em todo o mundo, para defenderem a "revolução de igualdade e justiça", decapitando e assassinando pessoas inocentes, arrastando a matança e a destruição na Síria por mais de cinco anos.

Apesar da clareza da imagem para nós sírios, ainda existem aqueles que afirmam que existe uma verdadeira revolução síria e que uma oposição moderada está presente.

Mas a guerra na Síria não é uma guerra entre sírios. Tornou-se numa guerra entre dois eixos, um dos quais é o eixo americano-ocidental que deseja destruir a Síria por causa da sua posição estratégica, que se encontrava no caminho dos  objectivos geopolíticos ocidentais. Da Síria irradiava um ambiente cultural de convivência e de harmonia entre as mais diferentes religiões, e era um centro de resistência contra os projectos dos EUA-Israel na região.

As batalhas do ano passado na Síria mostraram a enorme ambição e o desejo dos americanos e dos seus agentes regionais em apoiarem grupos terroristas, bem como ficou demonstrada a sua elevada capacidade diabólica em trazerem carradas dessas víboras islâmicas e proporcionando-lhes armamento e todo o tipo de apoio material.

Tendo-se chegado à conclusão de que o exército sírio sozinho, sem o apoio dos seus aliados, poderia sofrer uma grande derrota para a nossa aliança como um todo, ela que rejeita a hegemonia unipolar liderada pelo novo liberalismo selvagem que aterroriza tudo e alguém que não concorde com o plano americano.

Talvez as intervenções dos EUA na Síria e na Ucrânia tenham sido os eventos mais importantes que demonstraram esse esquema americano na década actual. O fracasso americano na Ucrânia poderá lançar as bases para o fracasso da União Europeia (Brexit é um exemplo), porque o projecto da UE em si, foi fundado principalmente para preencher o espaço resultante da dissolução da União Soviética, e tentando controlar todos os estados circundantes à Rússia como fantoches norte-americanos a serem usados quando fosse necessário. O fracasso americano na Síria minou a formação de um novo Império Otomano, que já tinha sido planeado como um projecto paralelo àquele da União Europeia no mundo islâmico, liderado pela Irmandade Muçulmana. Tal foi criado para ser usado como mais uma ferramenta americana servindo os interesses americanos, ocidentais e  israelitas contra a Rússia e o seu eixo de resistência.

A intervenção militar defensiva desta aliança na guerra síria ocorreu em duas etapas. A primeira fase da intervenção foi iniciada pelo eixo resistente (Hezbollah, Irão e Síria), quando a guerra na Síria na verdade, parecia ser uma guerra directa contra todos eles juntos, especialmente desde a guerra de 2006 entre Israel e o Hezbollah no Líbano, e a qual demonstrou a capacidade do Hezbollah em manter as suas posições e de mudar as regras do jogo na região. Israel e os seus aliados sabiam que não havia nenhuma possibilidade de sucesso se realizassem uma outra operação militar decisiva contra o Hezbollah. Assim, eles criaram outros planos para atacarem o eixo de resistência e de fragmentá-lo - tal foi o objectivo de introduzirem todas essas víboras islâmicas na Síria e garantindo-lhes apoio ilimitado.

O eixo multipolar entrou na guerra (segunda fase da intervenção) quando eles tinham visto e reconhecido a natureza internacional da guerra síria e a sua influência sobre o futuro geopolítico do mundo. Além disso, ficou claro que o ataque dos EUA contra a Síria, assim como aquele sobre a Ucrânia, foi uma guerra planeada contra o eixo multipolar, e que a perda de qualquer destes países seria uma perda para todo o eixo.
Assim, a intervenção russa em Setembro de 2015 foi lançada para eliminar estes riscos e para ajudar o exército sírio a defender os seus pontos estratégicos. Esta intervenção russa impediu que o eixo unipolar vencesse a guerra na Síria.

Mas a batalha pela Síria ainda está em curso por causa do enorme apoio que os terroristas têm recebido da Arábia Saudita, da Turquia e do Qatar, além de todo o apoio ilimitado dos Estados Unidos, de Israel e dos seus aliados ocidentais.

Os combates verificados no mês passado em Aleppo, mostraram o desespero do eixo americano em romper o cerco imposto pelo exército sírio e pelos seus aliados aos quase dez mil terroristas armados na cidade de Aleppo. Eles enviaram milhares de novos terroristas apoiados pelos mais recentes tipos de armas e por todos os tipos de segurança e de apoio logístico, para que eles conseguissem alcançar alguns ganhos e ocupar alguns pontos no sul e no oeste de Aleppo. Mas eles não conseguiram alcançar todos os seus objectivos por causa da feroz resistência exercida pelo exército sírio e pelos seus aliados.

As batalhas em Aleppo têm demonstrado que os caças russos estacionados na base aérea de Khmeimim não conseguem cobrir toda a Síria ou impedir eficazmente o fluxo de grandes quantidades de terroristas, especialmente quando este movimento de terroristas ocorre à partir de Idlib para Aleppo (devido à curta distância entre eles). Estas batalhas também vieram a mostrar que o eixo hostil na guerra síria está lutando desesperadamente para puder preservar Aleppo como uma prioridade, de forma a conseguirem manter a sua posição na Síria. Para eles, causando ainda mais morte e destruição na Síria é um objectivo em si, daí por que eles tentam prolongar a guerra para alcançarem os seus objectivos.

A resposta da Federação Russa às novas exigências foi rápida e bombardeiros pesados russos começaram a atacar diferentes alvos terroristas utilizando a base aérea de Hamadan no Irão, algo que pode ser considerado como sendo uma nova era na cooperação russo-iraniana.

Em 16 de Agosto de 2016, uma grande delegação militar da China liderada pelo almirante Guan Youfei, director do Instituto de Cooperação Militar Internacional da Comissão Militar Central da China, visitou Damasco e se reuniu com Fahad Jassim al-Freij, o ministro da Defesa da Síria, para intensificarem a cooperação militar entre os dois países. A importância desta visita é o surgimento de uma nova aliança, ainda não declarada, como resultado da guerra síria.

Parece ser claro através desta cooperação estratégica entre a Rússia, o Irão, a Síria e a China, que esta aliança refuta as glorificações das revoluções coloridas na Ucrânia, Síria e noutros países. Esta nova aliança já traçou uma nova linha vermelha, baseando-se em novos valores e, especialmente, apoiando-se na legislação internacional, rejeitando assim os padrões duplos utilizados na resolução de crises internacionais, quando os EUA e outros países ocidentais estão autorizados a continuar com o seu antigo comportamento, como aquele ao qual se acostumaram desde da última década do século anterior.
A guerra síria anunciou o surgimento de uma nova era, e poderá mesmo ser forjada uma nova aliança decidida a confrontar a NATO no futuro próximo.

Trata-se de uma roubalheira bancária em pleno dia e com escolta policial, quando a empresa multinacional impôs extravagantes somas de taxas extras aos detentores de cartões de débito e crédito, entre 1992 e 2008.

A empresa aparentemente fixou taxas, conhecidas como "cobranças de intercâmbio," com juros ilegalmente altos, de acordo com a acção jurídica apresentada ao Competition Appeal Tribunal.

 Walter Merricks, o antigo provedor dos serviços financeiros do Reino Unido, iniciou as alegações em nome de 46 milhões de consumidores, dizendo: "A apresentação deste pedido é o primeiro passo para que os consumidores possam obter uma compensação por aquilo que a MasterCard fez."

"A MasterCard cobrou bilhões de libras em taxas ilegalmente elevados para o seu exclusivo benefício e em detrimento dos consumidores. Já foi encontrada como culpada por ter quebrado a lei da concorrência, cuja lei tem como base o direito de proteger os consumidores, e a mesma não pode ser contestada ", observou ele."Não há nenhuma base sobre a qual a MasterCard poderá afirmar que as suas taxas de cobrança sobre os cartões não eram ilegais."

A MasterCard tinha apenas acabado de ser penalizada depois de uma longa acção jurídica que durou mais de 10 anos contra a Comissão Europeia, quando o Tribunal de Justiça Europeu determinou em última instância em 2014, que as taxas da empresa aplicadas nas transferências de cruzamentos de fronteiras eram demasiado elevadas.

"A MasterCard perdeu esta batalha em todos os níveis e mostrou um total desrespeito para com os seus clientes possuidores de cartões e pelos consumidores em geral, concentrando-se em vez na geração de lucros ilícitos," um tal Quinn Emanuel afirmava num comunicado.

A empresa já respondeu às novas acusações, divulgando uma declaração na qual alega: "Agora que o pedido foi apresentado, vamos ter tempo para analisá-lo em detalhe, no entanto, continuamos a discordar firmemente com a base desta reclamação e temos a intenção de a confrontar vigorosamente. "

"Nós proporcionamos um valor real dos benefícios de segurança, conveniência e protecção dos consumidores, e estamos empenhados em investir nos nossos serviços de pagamento, a fim de continuar a satisfazer a rápida evolução das necessidades de todos os nossos clientes."

Da sua sede-geral em Nova Iorque a empresa insiste, que tais casos são atirados para fora dos tribunais nos Estados Unidos, acrescentando que as taxas de intercâmbio são boas para os consumidores e para os bolsos dos banksters.

"Eles estão agora preparando-se para uma dura batalha legal, que estimamos irá a julgamento em 2018, a menos que estejam preparados para fazer uma oferta justa os consumidores do Reino Unido antes disso", disse Boris Bronfentrinker, um parceiro do tal Quinn Emanuel. "Não é claro como é que a MasterCard poderá livrar-se e argumentar o contrário para evitar que o nosso caso tenha sucesso."

Os serviços de inteligência turca empregam actualmente mais agentes na Alemanha do que a agência de espionagem da Alemanha do Leste teve no auge da Guerra Fria, de acordo com um especialista em espionagem alemã.

O comentário foi feito após a divulgação de que a Turquia mantém cerca de 6.000 informantes e outros agentes de inteligência na Alemanha. Um funcionário da segurança alemã não identificado, disse ao jornal alemão Die Welt na segunda-feira, que os informantes turcos estão operacionais em toda a Alemanha e são manipulados pela Organização Nacional de Inteligência da Turquia, conhecida como MIT.

De acordo com o Die Welt, muitos destes informantes têm a tarefa de manter o controle sobre a grande comunidade curda na Alemanha, algo que é encarado por Ancara como uma ameaça à segurança nacional turca. Mais recentemente no entanto, agentes da MIT na Alemanha foram instruídos para infiltrarem-se no seio dos grupos de simpatizantes do carismático clérigo muçulmano Fethullah Gülen, que vive nos Estados Unidos. Um ex-aliado do presidente turco, Recep Tayyip Erdoğan, Gülen e os seus milhões de adeptos em todo o mundo agora se opõem ao governo turco e são considerados como terroristas por Ancara. O presidente Erdoğan pessoalmente acusou os"Gülenistas" de orquestrarem o fracassado golpe de 15 de Julho, na Turquia.

Além de infiltração, os informantes da MIT na Alemanha estão supostamente envolvidos em operações psicológicas contra supostos adversários do governo turco, envolvendo-se mesmo em manobras de chantagem e de intimidação sobre indivíduos ou grupos especialmente seleccionados, de acordo com Die Welt.

Erich Schmidt-Eenboom, um pesquisador independente sobre a inteligência bastante conhecido na Alemanha, e um autor amplamente publicado, disse que ficou surpreso que o alegado número de agentes da MIT  na Alemanha fosse assim tão alto. Se o número de 6.000 operacionais é exacto, disse Schmidt-Eenboom, seria o mesmo que colocar a MIT acima do nível de agentes da Stasi durante a Guerra Fria.

Ele referia-se á agência de inteligência da era comunista da Alemanha do Leste, que era também conhecida pelas suas extensas redes de informantes durante a Guerra Fria. Schmidt-Eenboom disse ainda,que de acordo com os registos da Stasi, a agência possuía cerca de 10.000 agentes na Alemanha Ocidental, um país que na época tinha uma população de 60 milhões. Em contraste, os 6.000 agentes da MIT na Alemanha estão encarregados principalmente com o controlo de cerca de 3 milhões de pessoas pertencentes á comunidade imigrante turca e curda. Consequentemente, disse Schmidt-Eenboom, haverá 500 potenciais alvos humanos para cada actual agente da MIT, enquanto que haviam 6.000 cidadãos da Alemanha Ocidental para cada espião da Stasi durante a Guerra Fria.

O artigo em Die Welt não especificou se os alegados informantes da MIT são agentes pagos ou simplesmente simpatizantes do governo turco oferecendo os seus serviços gratuitamente. Alguns membros do Comité de Supervisão Parlamentar da Bundestag alemã , incluindo o seu presidente, Clemens Binninger, decidiram lançar uma investigação oficial sobre as actividades de inteligência turca na Alemanha. De particular interesse para a comissão é a alegada cooperação entre agências de inteligência alemães e turcas após o fracassado golpe na Turquia em Julho passado.

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